quinta-feira, 9 de maio de 2024

Erotomania: Conheça o transtorno psiquiátrico mostrado na série “Bebê Rena”

       Erotomania: Conheça o transtorno psiquiátrico mostrado na série “Bebê Rena”


A série aborda um transtorno psiquiátrico raro em que alguém acredita que uma pessoa famosa está apaixonada por ela, conta o médico psiquiatra Dr. Flávio H. Nascimento


Créditos: Dr. Flávio H. Nascimento (MF Press Global) Foto Ilustrativa (Reprodução/Divulgação)


A nova série da Netflix, baseada em uma história real de ‘stalking’, a prática de perseguir uma outra pessoa de forma recorrente, tem chamado a atenção nas redes sociais e gerado polêmicas.


Na história, Martha desenvolve uma obsessão por Donny, um comediante em ascensão de carreira, e passa a persegui-lo durante anos, praticando até mesmo agressões físicas.


Créditos: Dr. Flávio H. Nascimento (MF Press Global) Foto Ilustrativa (Reprodução/Divulgação)

Qual o transtorno de Martha na série “Bebê rena”?


De acordo com o médico psiquiatra Dr. Flávio H. Nascimento, a personagem apresenta diversos sinais de um transtorno psiquiátrico raro, chamado erotomania.


“A erotomania é um transtorno psiquiátrico que gera uma crença delirante de que uma pessoa famosa ou de uma alta classe social estaria secretamente apaixonada por ele, mesmo sem sinais concretos disso”.


“O indivíduo também pode interpretar gestos neutros como prova desse amor imaginário, chegando a perseguir ou assediar a pessoa alvo”, explica Dr. Flávio H. Nascimento.


Principais sintomas da erotomania:


-  Interpretação distorcida de gestos neutros como prova do amor imaginário;


- Tentativas obsessivas de estabelecer contato com a pessoa alvo, mesmo quando não são bem-vindas;


-  Comportamento de perseguição ou assédio em relação à pessoa alvo;


-  Rejeição de evidências ou argumentos que contradigam a crença delirante;


-  Possíveis episódios de raiva ou agressão quando confrontado com a não reciprocidade do amor imaginário.


Créditos: Dr. Flávio H. Nascimento (MF Press Global) Foto Ilustrativa (Reprodução/Divulgação)


Sobre Dr. Flávio H. Nascimento


Dr. Flávio Henrique é formado em medicina pela UFCG, com residência médica em psiquiatria pela UFPI e mais de 10 anos de experiência na área de psiquiatria. Diagnosticado com superdotação, tem 131 pontos de QI o que equivale a 98 de percentil e é membro do CPAH - Centro de Pesquisa e Análises Heráclito como pesquisador auxiliar.

Procrastinação em Indivíduos com Elevado Quociente de Inteligência: Implicações Neurogenéticas e Cognitivas

     Procrastinação em Indivíduos com Elevado Quociente de Inteligência: Implicações Neurogenéticas e Cognitivas


Créditos - Foto: Divulgação / MF Press Global


No artigo publicado na revista Estudios y Perspectivas, Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, especialista em neurociências e genômica, investiga a complexa interação entre a procrastinação e a elevada inteligência, destacando a influência de fatores neurogenéticos, cognitivos e ambientais neste fenômeno. A pesquisa explora de maneira detalhada as causas subjacentes à procrastinação em indivíduos com alto Quociente de Inteligência (QI), especialmente aqueles que se situam entre os percentis 95 e 99 de QI, correspondendo a valores entre 125 e 135.


Fadiga Mental e Excesso de Pensamentos


Dr. Fabiano de Abreu identifica o excesso de pensamentos e a fadiga mental como contribuintes significativos para a procrastinação em pessoas de alto QI. Estes indivíduos, devido à sua capacidade elevada de processamento e análise de informações, frequentemente enfrentam uma sobrecarga cognitiva que pode diminuir a eficácia na execução de tarefas. Estudos anteriores, como o publicado na evista Journal of Applied Physiology, corroboram esta observação, indicando que a fadiga mental, decorrente de um intenso trabalho cognitivo, pode impactar negativamente o desempenho tanto físico quanto mental. Além disso, a pesquisa destaca que variações genéticas, especialmente aquelas relacionadas aos neurotransmissores como a dopamina, podem predispor esses indivíduos a um esgotamento cognitivo mais rápido, intensificando a procrastinação.


Economia de Energia Cerebral


Uma das teses centrais do artigo é a noção de economia de energia cerebral, que Dr. Fabiano de Abreu define como uma estratégia neuroadaptativa empregada por indivíduos de alto QI para gerenciar desafios de processamento intenso. Polimorfismos genéticos específicos, como destacado na investigação de Kohno mencionado no estudo, modulam a função executiva no córtex pré-frontal durante decisões, sugerindo que a otimização na alocação de recursos cognitivos é crucial para a sustentabilidade da eficiência mental desses indivíduos. Esta economia de recursos pode, paradoxalmente, resultar em períodos de procrastinação como forma de repouso cognitivo.


Desmotivação e Excesso de Informações


Dr. Fabiano de Abreu também aborda como o excesso de informações pode levar à desmotivação, outro fator crucial que contribui para a procrastinação. Pessoas de alto QI, ao processarem e analisarem um grande volume de dados, podem experienciar paralisia por análise, resultando em inação. A desmotivação surge não apenas da sobrecarga informacional, mas também da dificuldade em ver resultados concretos dessas análises, o que pode reforçar um ciclo de adiamento de decisões e ações.


Memórias Negativas e Ansiedade


Além disso, o autor do estudo destaca a influência de memórias negativas e ansiedade, que ativam respostas hormonais como o cortisol, contribuindo para a fadiga e, consequentemente, para a procrastinação. O estudo aponta para variações no gene BDNF, especificamente o polimorfismo Val66Met, que estão associadas a diferenças na resposta emocional e na regulação da ansiedade, influenciando diretamente a tendência à procrastinação em pessoas de alto QI.


Um aspecto interessante destacado é a diferença de padrão comportamental em indivíduos com QI acima de 140, onde se observa maior progresso nos projetos, o que sugere variações no funcionamento do córtex pré-frontal e nos mecanismos decisionais entre diferentes faixas de inteligência elevada.


Ademais, o perfeccionismo desadaptativo é discutido como um fator significativo na procrastinação. Conforme estudos citados pelo Dr. Fabiano de Abreu, a preocupação com erros e dúvidas sobre as ações estão significativamente relacionadas à procrastinação, especialmente em indivíduos com altas expectativas pessoais.


Este estudo é uma contribuição valiosa para o entendimento da procrastinação em pessoas de alto QI, oferecendo detalhes sobre como fatores neurogenéticos e cognitivos interagem para influenciar comportamentos procrastinatórios. O reconhecimento desses fatores é essencial para o desenvolvimento de estratégias eficazes que auxiliem indivíduos de alto QI a superar a procrastinação e alcançar seu potencial máximo. A pesquisa abre caminho para futuras investigações que poderão explorar intervenções personalizadas, que levem em conta tanto os aspectos genéticos quanto ambientais, para mitigar os efeitos da procrastinação nesse demográfico específico.


Referências


Rodrigues, F. de A. A. (2024). Procrastinação em pessoas de alto QI. Estudios y Perspectivas.


Todos estão vulneráveis a um transtorno mental, afirma especialista

       Todos estão vulneráveis a um transtorno mental, afirma especialista


Desenvolver um transtorno mental é uma realidade mais próxima do que a maioria das pessoas imagina, afirma o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela


Créditos: Dr. Fabiano de Abreu Agrela (Helder Couto) Foto Ilustrativa (Freepik)


De acordo com a OMS - Organização Mundial da Saúde - em 2019 cerca de 1 bilhão de pessoas viviam com algum transtorno mental em todo o mundo, sendo 14% deles adolescentes. Isso mostra que mostra a grande prevalência de problemas de saúde mental na população mundial.


De acordo com o Pós PhD em neurociências e membro da Society For Neuroscience nos Estados Unidos, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, todos possuem algum nível de predisposição a transtornos mentais, o que muda é a forma como elas podem se manifestar.


Créditos: Dr. Fabiano de Abreu Agrela (Helder Couto) Foto Ilustrativa (Freepik)

“Todos possuem predisposições para um ou mais transtornos mentais ao longo da vida. Mas desenvolver algum desses transtornos depende da manifestação dessas predisposições, influenciado por fatores como traumas, fatores ambientais ou outras doenças”, afirma.


“Nossos comportamentos não só mostram quem somos, mas podem influenciar como agimos e como nos sentimos. Alguns deles nos deixam mais propensos a desenvolver transtornos, o que, combinado com predisposições genéticas, influencia as nossas tendências individuais. Esses transtornos geralmente são resultado de uma mistura de fatores.Todos nós nascemos com algumas tendências que, em determinadas circunstâncias, podem levar a transtornos, todos estão propensos a isso em algum nível”.


Créditos: Dr. Fabiano de Abreu Agrela (Helder Couto) Foto Ilustrativa (Freepik)

“Por exemplo, se uma pessoa que tem insegurança, introversão, perfeccionismo, etc., ela pode levar uma vida sem necessidade de ajuda profissional e nem mesmo perceber que possui características que se encaixam no Transtorno de Personalidade Evitativa (TPE), ao mesmo tempo em que pode passar por um trauma e tudo isso se manifestar na forma do transtorno”, afirma o Dr. Fabiano de Abreu.


Traços comportamentais de todos possuem semelhanças com transtornos


“Se analisarmos isoladamente os traços comportamentais de uma pessoa, é possível identificar semelhanças com traços presentes em um ou mais transtornos de personalidade. Não necessariamente todos os traços precisam ser compatíveis, mas uma significativa maioria pode ser observada. Eu denomino isso como predisposição de personalidade, não de origem genética, que se assemelha à genética quando examinada através de sequenciamento de DNA ou imputação de dados brutos, dependendo do tamanho da amostra”.


“Esse fenômeno pode levar alguém a acreditar equivocadamente que possui um transtorno mental, mas um transtorno se caracteriza quando esses traços se tornam nocivos. Isso deriva da intensidade desses traços, que é influenciada por fatores ambientais, como estilos de vida, estressores, traumas e outros elementos que intensificam esses traços ao ponto de causar prejuízos que podem ser diagnosticados como um transtorno. Portanto, este conceito abrange não apenas a predisposição genética per se, mas também uma predisposição que emerge da personalidade”, explica Dr. Fabiano de Abreu.


Créditos: Dr. Fabiano de Abreu Agrela (Helder Couto) Foto Ilustrativa (Freepik)


Sobre Dr. Fabiano de Abreu Agrela


Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB é Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society, Numerical e  HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 220 artigos científicos e 17 livros.

terça-feira, 7 de maio de 2024

Dia das mães: Descubra como o Yoga ajuda a estreitar laços maternos

         Dia das mães: Descubra como o Yoga ajuda a estreitar laços maternos


O Yoga é muito importante durante a gestação, mas após ela, ele também ajuda a melhorar a conexão entre mãe e bebê, afirma a professora de Yoga, especializada no Método Kaiut Yoga, Bruna Tiboni Kaiut


Créditos: Bruna Tiboni Kaiut (MF Press Global)


Neste domingo, dia 12 de Maio, é comemorado o Dia das Mães, uma data importante que homenageia o amor incondicional das mães pelos seus filhos em todo o mundo. 


Todo esse carinho se reflete nos cuidados que a mãe tem com o bebê desde a sua concepção, o que é fundamental para estreitar os laços mãe-bebê logo nos primeiros meses de vida da criança.


Créditos: Bruna Tiboni Kaiut (MF Press Global)

O Yoga, uma prática milenar de saúde integral, possui um importante papel nesse processo, ajudando a mãe a ter um pós-parto saudável e fortalecer a conexão com o bebê, explica a professora de Yoga, especializada no Método Kaiut Yoga, Bruna Tiboni Kaiut.


“O Yoga ajuda bastante na construção da conexão entre mãe e bebê nos primeiros meses após o parto. A prática oferece um espaço para a mãe se reconectar consigo mesma enquanto fortalece os laços com seu bebê”.


Créditos: Bruna Tiboni Kaiut (MF Press Global)

Pós-parto: Uma fase delicada para a mãe e o bebê


O período do pós-parto é uma fase muito delicada tanto para a mãe quanto para o bebê, exigindo cuidados especiais para garantir o equilíbrio físico e mental de ambos, afirma Bruna Tiboni Kaiut.


“Investir nesse cuidado durante essa fase ajuda a fortalecer a conexão entre mãe e bebê, prevenindo complicações como a depressão pós-parto. E o Yoga cumpre um papel importante nesse processo, através de técnicas respiratórias, meditativas e posturas corporais, podendo ser iniciado pouco tempo após o parto, sempre com liberação médica, e ajudando a recuperar o tônus corporal da mulher, mas também sua autoestima e fortalecendo a sua saúde mental para conseguir viver essa nova fase tão especial”, afirma Bruna.


Créditos: Bruna Tiboni Kaiut (MF Press Global)

Sobre Bruna Tiboni Kaiut 


Bruna Tiboni Kaiut é professora especialista no Método Kaiut Yoga, com formações pelo Instituto Kaiut Yoga e Una Yoga, empresária, proprietária da unidade do Kaiut Yoga Batel em Curitiba e da TK redação empresa especializada em tradução e redação de documentos.

Madonna: Qual o segredo da longevidade da artista de 65 anos de idade

        Madonna: Qual o segredo da longevidade da artista de 65 anos de idade


Procedimentos estéticos só mudam a parte externa, a parte interna só é preservada com um estilo de vida saudável, afirma a médica especialista em rejuvenescimento Dra. Elodia Ávila


Créditos: Dra. Elodia Avila (Helena Melo) Imagem Ilustrativa (Reprodução)


Com o show da Madonna em Copacabana, realizado há alguns dias, a cantora ganhou repercussão nacional, principalmente pela sua aparência e vitalidade ainda muito jovens, apesar de estar prestes a completar 66 anos de idade. Logo, muitos internautas acusaram a artista de ter se submetido a diversas cirurgias plásticas para preservar a juventude.


Créditos: Dra. Elodia Avila (Helena Melo) Imagem Ilustrativa (Reprodução)

No entanto, de acordo com a  médica especialista em rejuvenescimento, Dra. Elodia Avila, idealizadora e apresentadora do podcast “O segredo da Longevidade”, cirurgias plásticas não fazem milagres se o indivíduo não cuidar da saúde ao longo do tempo.


“Apesar das cirurgias plásticas revitalizarem a pele e prolongar a juventude aparente, ela não faz milagres, o seu efeito é limitado de acordo com as condições de cada pessoa. Os procedimentos apenas alteram a "casca", a aparência externa, sem influenciar a vitalidade, mobilidade ou saúde mental e física”.


“A cirurgia plástica deve ser usada como um complemento, não como o único recurso. Afinal, não adianta ter um rosto de 20 anos, mas com a vitalidade de 90 anos”, afirma.


Créditos: Dra. Elodia Avila (Helena Melo) Imagem Ilustrativa (Reprodução)

Como chegar aos 65 anos com a mesma vitalidade de Madonna?


De acordo com a Dra. Elodia Ávila, é preciso alinhar uma série de hábitos saudáveis para conseguir preservar o máximo possível das suas habilidades ao longo do tempo.


“Não existe um único fator que torne uma pessoa longeva, apesar da genética ter um grande papel nisso, nossos hábitos influenciam muito mais e, além disso, são as únicas variáveis que estão sob o nosso controle, por isso, é importante focar neles”.


“As ‘regras’ são as mais básicas possíveis, pratique atividade física regularmente, tenha uma dieta equilibrada, evite ultraprocessados, durma bem e por pelo menos 7h por noite, controle o estresse, cuide da sua saúde mental, não beba ou fume, controle o seu peso, faça check-ups regulares, tenha boas interações sociais e objetivos de vida”.


“O grande segredo da longevidade não está em o que fazer, por que isso é uma cartilha que a maioria das pessoas já sabe de cor e salteado, o grande segredo está em pôr em prática esses hábitos”, explica Dra. Elodia Ávila.


Créditos: Dra. Elodia Avila (Helena Melo) Imagem Ilustrativa (Reprodução)

Sobre a Dra. Elodia Avila


Dra. Elodia Avila é uma cirurgiã plástica, formada em medicina pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Desenvolveu o conceito estético de Estrutura Facial baseado na Análise-Facial Tridimensional - cálculos matemáticos individuais que ajudam a direcionar melhor os tratamentos estéticos e obter melhores resultados. Escritora, entrevistadora e Artista Plástica. Tem o QI de 141 pontos comprovados e faz parte de grupo de adultos com alto QI GAIA/QI.


Febre de Oropouche: Conheça a doença similar à dengue que tem atingido o país

     Febre de Oropouche: Conheça a doença similar à dengue que tem atingido o país


Um dos grandes desafios da febre de oropouche é diferenciá-la da dengue, ainda não há tratamentos específicos para a doença, afirma o médico Dr. Vital Fernandes Araújo


Créditos: Dr. Vital (MF Press Global) Imagem Ilustrativa (Reprodução/Sesab)


A febre de Oropouche tem acendido o alerta de prevenção no Brasil após diversos casos serem confirmados no país. O Rio de Janeiro já tem dez casos confirmados da febre de Oropouche, que foram identificados entre 9 e 18 de abril, já no Espírito Santo, 45 pacientes testaram positivo para a doença, mas nenhuma morte foi registrada.


De acordo com o médico Dr. Vital Fernandes Araújo, o grande desafio da febre de Oropouche é que ela costuma ser confundida com a dengue.


“A febre de Oropouche tem sintomas muito similares à dengue, por isso, as pessoas dificilmente buscam testes mais específicos, confundindo-a com dengue, o que acaba defasando as estatísticas sobre a doença”.


Créditos: Dr. Vital (MF Press Global) Imagem Ilustrativa (Reprodução/Sesab)


O que é a febre de Oropouche?


A febre de Oropouche é uma doença causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), descoberto pela primeira vez no Brasil em 1960 e transmitido por mosquitos, de forma um pouco similar à dengue. Ele é transmitido principalmente pela picada de um tipo específico de inseto chamado Culicoides paraensis, encontrado em áreas com muito lixo e perto de rios. 


Diferente do mosquito da dengue, esse inseto não precisa de água parada para se reproduzir, podendo se multiplicar apenas em locais com matéria orgânica, o que dificulta bastante o seu controle.


Quais os principais sintomas da Febre de Oropouche?


Os sintomas mais presentes na Febre de Oropouche são bastante similares aos de doenças como a dengue e a chikungunya, o que costuma dificultar a sua identificação. Confira os principais:


- Dor muscular;

- Dor de cabeça;

- Náuseas e vômitos;

- Calafrios;

- Febre;

- Diarréia;


O período de incubação do vírus é de cerca de quatro dias, podendo apresentar variações de até cerca de 12 dias.


Créditos: Dr. Vital (MF Press Global) Imagem Ilustrativa (Reprodução/Sesab)


Como é feito o tratamento na Febre de Oropouche?


De acordo com o Dr. Vital, ainda não existem tratamentos específicos ou vacinas disponíveis contra a doença.


“Ainda não existem vacinas ou tratamentos específicos para a febre de Oropouche. As técnicas usadas para combater a doença são mais voltadas para o alívio de sintomas, o que é feito com base no quadro de cada paciente”, explica.


Como prevenir a doença?


Para prevenir a febre de Oropouche, é importante evitar áreas onde há muitos casos da doença e reduzir as picadas de insetos. Isso pode ser feito usando roupas que cubram bem o corpo, sapatos fechados e repelentes nas partes expostas da pele. 


Além disso, algumas medidas como limpar áreas ao redor da casa, recolher folhas e frutas do chão e usar telas em portas e janelas ajudam a diminuir a presença de insetos.


Sobre Dr. Vital Fernandes Araújo


Dr. Vital Fernandes Araújo é Médico e se formou pela Universidade Federal da Bahia. Ele é pós-Graduado em Medicina Ortomolecular e pós-Graduado em Psiquiatria. O médico hoje atua como mentor de médicos e grandes empresários através da sua metodologia que denominou de Integração Neuro Emocional.

sábado, 4 de maio de 2024

Confraria San Martini garante camarotes exclusivos para show da Madonna em Copacabana

             Confraria San Martini garante camarotes exclusivos para show da Madonna em Copacabana




A conceituada Confraria San Martini, em parceria com a Divin Boat, proporcionou uma experiência única para seus associados: camarotes intimistas em pleno mar de Copacabana para assistir ao show da icônica Madonna, no dia 4 de maio.





Os barcos, equipados com todo conforto e segurança, partiram da Marina da Barra, na Barra da Tijuca, e navegaram em direção à praia de Copacabana. Atracados a 200 metros do palco, os camarotes ofereceram uma visão privilegiada do espetáculo mais esperado do século!






Mais informações pelo Instagram do Riccardo San Martini - @mr.sanmartini - CEO da Confraria San Martini.




#MadonnaEmCopacabana #CamaroteIntimista #ExperiênciaÚnica #SanMartini #DivinBoat


Crédito de imagens: Acervo Pessoal/Divulgação
Assessoria de imprensa Livia Rosa Santana

Dismorfofobia

                                   SA Ú DE TOTAL CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA                                DISMORFO...