quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Inteligência artificial

                          




SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


     INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ENTRE A MÁQUINA E A ARTE

É interessante como a inteligência artificial tem muitos anos que está entre nós, mas agora ganhou um vulto bem significativo. Talvez um formato mais democrático, pois tomou uma frente e um espaço bem relevante em pesquisas pelo mundo inteiro.

Evidentemente que emerge uma pergunta diante de algo que tem sido muito proclamado: qual o limite de uso desta ferramenta para que a criatividade não possa perder espaço na condição humana?

Temos que lembrar que a palavra limite dá o tom que buscamos quando encontramos mecanismos que facilitam a realização de muitas tarefas, diante de um mundo frenético e apressado.

Também não podemos esquecer que a máquina jamais conseguirá fazer o que o homem faz por não ter consciência do que faz. Foi criada para seguir um esquema já programado, portanto, semelhança com o cérebro humano não entra no bojo.

Todavia, pode nublar a busca por um pensar mais arguto, por facilitar, ao nos fazer ganhar tempo. E isso sim, pode ser problemático. Nossas funções cognitivas precisam de incentivo, desafios para serem desenvolvidas. Assim, precisamos encontrar uma terceira margem do rio nestes aguaceiros de oportunidades.

Precisamos nos lembrar que maquinizar algumas situações pode ser catastrófico. Tem pessoas que estão fazendo do IA um amigo ou mesmo um terapeuta. Se o algoritmo trabalha com aquilo que desejo, obviamente que viciarei nas respostas da IA por elas encontrarem guarita em mim, por me acolher e não desafiar ou provocar, como faria um amigo ou psicanalista ou terapeuta.

É preciso ponderar tudo, até a IA. Por meio do questionamento conhecemos outros e ferramentas e, nos autoconhecemos. É um caminho seguro. Portanto, relevante para ser trilhado.

Um grande abraço para você!  


Instagram: eduardo_baunilha_psicanalista

Youtube: @conversaspsicanalíticas

sábado, 30 de agosto de 2025

Jay Said inicia e encerra projetos 2025

       Jay Said inicia e encerra projetos 2025 





2025, está sendo um ano especial...Jay Said começou o ano de 2025 cheio de projetos novos e início de um novo ciclo e encerramento de outro.


Como a exibição da última temporada da webserie Filhos do Arco-íris, projeto criado, com roteiro e produção dele próprio, e onde viveu o protagonista Diogo nas 4 temporadas e com toda narrativa de seu personagem, optou pela morte do seu personagem, “ ele passou por muitos conflitos, amores, aprovações, e com um desfecho icônico, em uma linda homenagem a novelista Ivani Ribeiro ( recriou a morte do personagem na linda cena da morte de Dinah (Cristiane torloni) na novela “ a viagem “, morrendo também em cima das pedras em uma praia, nos braços do filho “ Enzo” também já morto (Trevor Rovert).


Fotos do curta-metragem Monstro da Fome



A convite da produtora Bunker coletivo, foi a São Paulo filmar o Curta metragem “ o Monstro da fome “, com direção de Hugho e roteiro de Anriih Kaiowá, onde viveu o protagonista Jonas.


“Ele está representando milhares de seres humanos e brasileiros que vivem em situação de miséria, alguns nas ruas, mostrando a desigualdade do nosso país, que deveriam ter um olhar especial para os mais necessitados” diz Jay.


Fotos do curta-metragem Monstro da Fome


E após 2 anos, finalmente pode ver sua cena, onde fez um flagelado e dividiu a cena com Irhandir Santos, na novela na Guerreiros do sol “ foi uma cena sem fala, mas muito emocionante de se fazer com o Monstro da interpretação Irhandir Santos”, no capítulo 33, a novela se encontra na Globoplay e em breve estará na TV aberta.


Participação em Guerreiros do Sol



Em seguida, após tentar saber sobre testes de elenco para o filme “ Nosso Lar 3”, sem sucesso, passou em uma seleção para ser um dos “ Umbralinos na tenda “( faz parte do umbral, e teve muitas cenas de ação, correria e impacto, sob a direção de Wagner Assis, com Fábio Assunção e Carol Castro liderando o elenco, parece ter sido um chamado fazer parte da continuação da franquia do filme “ Nosso Lar “, além de espírita, Jay Said é um seguidor da doutrina espírita, acredita em uma outra vida e na reencarnação, estamos aqui de passagem, para aprender e evoluir”


Participação no filme " Nosso Lar 3"


Com a exibição da última temporada da webserie Filhos do arco íris, Jay já tem projetos novos para esse ano ainda lançar no seu canal do YouTube, o primeiro será o seu primeiro Curta-metragem “ Intensa atração “, onde faz também sua primeira direção solo no áudio visual “, onde também atua e produz “ conta a história de Léo ( um homem maduro, que conhece Bruno, um garoto de programa: Wallace diaz, envolvido com drogas, eles se conhecem através de um aplicativo de pegação da Internet e terão uma intensa atração um pelo outro, que terá um destino trágico “,a gente que faz produção independente temos que saber de tudo um pouco, precisamos nos reinventar todos os dias “ diz Jay Said.


Próximos projetos da Said Produções


No final de setembro começa as filmagens de sua nova webserie “ SONHO ROUBADO ( A HISTÓRIA DE PATRICK E NATAN), onde fará seu primeiro vilão: Roger Carrado. um projeto que a narra a história de vários sonhos diferentes, de pessoas que vem outros estados, cidades e lugares em busca de realizar seus sonhos e quando chegam se deparam com outras realidades, e a história de Patrick e Natan é a história central.


Sonho Roubado ( a história de Patrick e Natan) próximo webserie


E Jay Said também fará uma participação especial na sétima e última temporada da webserie Four, de seu amigo Tonny Campbel, onde fará o personagem Elias ( um homem de meia idade, que vive os dilemas e decepções amorosas ao se envolver com um rapaz mais jovem, só disposto a tirar proveito da relação, antes também fez uma pequena participação em outra webserie de Tonny “ castelo de areia “, onde viveu: Inácio: um pai preconceituoso, que não aceita as orientações sexuais de seus dois únicos filhos.


Quarta e ultima temporada da webserie Filhos do Arco-íris


O documentário “ Olhos de Bethânia” um relato da história de vida da atriz transexual Bethânia Lewis.

Em seguida “ o curta “ Maria de muitas Marias” sobre a vida da atriz e escritora Dora Santana.

E Jay ainda espera novos desafios e um grande projeto é personagem pra fechar o ano.

Maktub ( ta escrito)!!!



Primeiro Documentário: " Olhos de Bethânia "



Fotos: Jay Said Produções/Divulgação
Assessoria de Imprensa Livia Rosa Santana

terça-feira, 19 de agosto de 2025

O desafio do viver

                                  




SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                        O DESAFIO DO VIVER

O maior desafio que temos, sem dúvida alguma, é viver. Seguir na existência movidos por tantos contextos que nos foram apresentados. E por que desafiador? Porque nem sempre o que carregamos são elementos que nos impulsionam a gerir esta vida com equilíbrio e tranquilidade.

Mas para tudo tem uma saída. Para tanto precisamos percorrer alguns caminhos que muitas vezes irão nos desestabilizar. E isso irá acontecer pelo simples fato de não sentirmos confortáveis em nomear as situações e, muitas vezes, as pessoas que dificultaram o encontro de um caminho menos angustiante para ser trilhado. E na maior parte das vezes, são nossos próprios genitores e alguns outros poucos parentes.

Sendo assim, é imperativo que tiremos estas pessoas do pedestal e olhemos para elas com um olhar mais humanizado. Reconhecer o que qualquer pessoa, seja ela pai ou mãe, cuidadores, parentes e amigos fizeram, não significa não participar mais do convívio com eles, mas colaborar para uma busca de uma vida mais significativa.

Somos feitos das histórias que vivemos, dentro dos lugares que existimos, com as pessoas que nos rodeiam. As histórias destas pessoas nos atravessam, com seus legados de medo, traumas, feridas, ódios não ditos, amores não vividos.

Reconhecer, por meio do autoconhecimento, o que nos limita, atravanca, nos angustia, é um passo interessantíssimo para termos uma vida mais plena.

É necessário entender que família é um terreno muito propício para termos um acolhimento, sentirmos pertencidos, termos segurança, mas nem sempre é assim que acontece. E reconhecer tal situação é mais que relevante.

Por meio do reconhecimento entendemos que precisamos buscar ajuda e, adentramos em um espectro de vida que se tornará mais palatável, mais fácil que ser vivida ou, um tanto menos angustiante.

(Na próxima conversa continuaremos o assunto)

Um grande abraço para você!  


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terça-feira, 29 de julho de 2025

Psicóloga mineira resgata memórias da loucura e transformação no símbolo nacional da saúde mental do Brasil

      Psicóloga mineira resgata memórias da loucura e transformação no símbolo nacional da saúde mental do Brasil


Kennya Rodrigues Nézio é autora de estudos fundamentais sobre a reforma psiquiátrica no município que abrigou o maior hospício do Brasil





Durante décadas, o nome de Barbacena esteve associado ao Hospital Colônia, instituição psiquiátrica mineira denunciada por violações sistemáticas de direitos humanos e pelo tratamento degradante de pessoas internadas. Estima-se que mais de 60 mil mortes tenham ocorrido no local ao longo do século 20, muitas sem qualquer justificativa clínica.


No mesmo município, entre os anos 2000 e 2020, consolidou-se uma das experiências mais expressivas da reforma psiquiátrica brasileira. E parte dessa mudança foi registrada e também conduzida por Kennya Rodrigues Nézio, psicóloga, pesquisadora e professora que fez de sua trajetória acadêmica um instrumento de reconstrução da memória coletiva e de transformação concreta das práticas em saúde mental.


Natural de Barbacena, Kennya cresceu ouvindo relatos sobre o cotidiano dos hospitais psiquiátricos locais. Durante sua formação em psicologia e posteriormente no mestrado, já buscava compreender como a cidade lidava com a herança da institucionalização em massa. A partir de 2012, decidiu aprofundar esse percurso. Em sua dissertação, investigou a criação dos primeiros Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) implantados no município, moradias públicas voltadas para egressos de longa internação psiquiátrica.


Anos depois, sua tese de doutorado, defendida na PUC Minas, ampliou esse recorte.


Com base em entrevistas e acervos históricos, Kennya mapeou a atuação de trabalhadores da saúde, militantes e gestores que, desde os anos 1980, enfrentaram resistências institucionais para reformular a rede de atenção à saúde mental da cidade.


A pesquisa recupera ainda a influência da Psiquiatria Democrática Italiana e do trabalho de Franco Basaglia, psiquiatra que visitou Barbacena em 1979 e comparou o hospital local a um campo de concentração.


O trabalho de Kennya conjuga pesquisa histórica, análise institucional e depoimentos de pessoas que participaram da construção da rede substitutiva ao modelo asilar. Essa abordagem contribuiu para que sua produção ganhasse reconhecimento entre pesquisadores da saúde coletiva, gestores públicos e conselhos de saúde mental. Seu livro baseado na tese circula em programas de formação, concursos públicos e cursos técnicos voltados à atenção psicossocial.


Além da produção acadêmica, a psicóloga também atuou como professora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC). Em ambas, coordenou projetos de extensão voltados para o SUS, com foco na formação de profissionais em saúde mental e no fortalecimento das redes de atenção básica. Sua experiência como orientadora de alunos de graduação e pós-graduação foi marcada pelo incentivo a pesquisas com base territorial e diálogo direto com os serviços públicos.


Em 2016, participou do Workshop de Editoração Científica da ABEC (Associação Brasileira de Editores Científicos). A partir dessa formação, envolveu-se na reativação da Revista de Saúde Mental e Subjetividade, voltada à publicação de experiências e estudos sobre atenção psicossocial. O periódico, que enfrentava dificuldades editoriais, voltou a circular com regularidade sob sua coordenação editorial.


Kennya também foi presença constante em congressos e seminários sobre saúde pública, atuando como conferencista, debatedora e organizadora de mesas sobre saúde mental, direitos humanos e políticas públicas. Em suas falas, costuma combinar dados históricos, relatos de campo e reflexão crítica sobre os limites e possibilidades das práticas atuais de cuidado em liberdade.


Em Barbacena, sua atuação contribuiu para o planejamento e implantação de estratégias intersetoriais entre assistência social, saúde e educação. Trabalhou também na articulação entre serviços residenciais e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), participando da elaboração de protocolos de acompanhamento e inclusão de usuários no território. Sua experiência como psicóloga da rede pública deu sustentação prática ao que hoje registra como pesquisadora.


Hoje, seu nome aparece frequentemente citado em bibliografias sobre saúde mental no Brasil. Estudantes e profissionais da área buscam seus textos para compreender os impactos da reforma psiquiátrica no interior do país, longe dos grandes centros. Suas análises têm sido utilizadas em cursos de capacitação de equipes do SUS, formações em direitos humanos e planejamento de políticas públicas.


Ao contar a história da desinstitucionalização de Barbacena, ela reabre também o diálogo sobre o presente da saúde mental brasileira. A cidade que um dia foi símbolo do manicômio hoje abriga moradias públicas, CAPS, centros de convivência e serviços voltados à reintegração social. Em boa parte, essa virada foi acompanhada por Kennya — não apenas como testemunha, mas como uma das vozes que ajudaram a construir esse novo cenário.

𝐉𝐔𝐒𝐓𝐈Ç𝐀 𝐂𝐎𝐍𝐅𝐈𝐑𝐌𝐀: 𝐄𝐗-𝐆𝐎𝐕𝐄𝐑𝐍𝐀𝐃𝐎𝐑 𝐁𝐄𝐓𝐎 𝐑𝐈𝐂𝐇𝐀 É 𝐅𝐈𝐂𝐇𝐀 𝐋𝐈𝐌𝐏𝐀

𝐉𝐔𝐒𝐓𝐈Ç𝐀 𝐂𝐎𝐍𝐅𝐈𝐑𝐌𝐀: 𝐄𝐗-𝐆𝐎𝐕𝐄𝐑𝐍𝐀𝐃𝐎𝐑 𝐁𝐄𝐓𝐎 𝐑𝐈𝐂𝐇𝐀 É 𝐅𝐈𝐂𝐇𝐀 𝐋𝐈𝐌𝐏𝐀






A Justiça confirmou nesta semana que o ex-governador e atual deputado federal Beto Richa está plenamente ficha limpa. Certidões emitidas em todas as instâncias – Estadual, Federal e Eleitoral – comprovam que não há qualquer condenação que o torne inelegível, garantindo sua total aptidão para disputar futuras eleições.



Richa, que atualmente representa o Paraná na Câmara dos Deputados, foi o único governador a visitar todos os 399 municípios do estado por duas vezes, aproximando a gestão estadual das comunidades e promovendo investimentos em áreas como infraestrutura, educação e saúde.



As últimas pesquisas eleitorais colocam Beto Richa em segundo lugar na corrida para o Governo do Paraná em 2026, atrás apenas de Sergio Moro, demonstrando sua força e relevância no cenário político estadual.





Fotos: Divulgação

Fonte: Blog Revista Total

Dismorfofobia

                                   SA Ú DE TOTAL CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA                                DISMORFO...